Feita dentro de uma redação
A IRIS nasceu na mesa de pauta de um telejornal, feita com quem monta a pauta todo dia. Hoje é independente.
A manhã que a IRIS resolve
A manhã de uma produção começa com dezenas de abas abertas: os mesmos portais, os sites oficiais, os grupos de mensagem. E com a pergunta de sempre. Isso já saiu? Alguém já deu?
A IRIS foi feita para essa manhã, ao lado de quem a usa todos os dias. Ela lê o que ninguém tem tempo de ler, junta o que fala do mesmo fato e mostra de onde cada coisa veio. A apuração e a decisão continuam com o jornalista.
Observar · Interpretar · Antecipar
A íris do olho e a tela do radar.
O símbolo junta as duas leituras: a pupila é o ponto de decisão, os anéis são as camadas de dado, a varredura é o processamento e os pontos são os sinais capturados.
O que não muda
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A máquina sugere, o jornalista decide.
A IRIS encontra, junta e ordena. Um caso só sai da lista quando alguém da produção decide, e a IRIS não publica nada.
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Toda fonte a um clique.
O resumo de um caso é escrito por máquina. Por isso cada caso leva às matérias de onde saiu, para quem lê poder conferir.
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Vazio também é resposta.
Se nada aconteceu, a tela diz isso. Se a coleta falhou, a tela diz isso também, e quando foi a última que deu certo. A IRIS nunca inventa um caso.
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Cada decisão tem nome.
Cada pessoa da equipe entra com o seu login. Uma estrela ou um descarte ficam registrados com quem decidiu, e é com isso que a ordem aprende.
Independente, sob medida
A IRIS não pertence a nenhuma emissora. Ela trabalha para redações de TV, portal, rádio e agência, com as fontes que cada uma acompanha, a cobertura que ela faz e o jeito como a produção decide.
Sob medida
Fontes, cobertura e equipe de cada redação.